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Atleta caucaiense de karatê é esperança para os Jogos Olímpicos em Tóquio

A cada dia que passa, Taís Oliveira sai de casa para treinar com a sensação de estar dando mais um passo em busca de realizar o seu grande sonho. Concentrada no que precisa fazer, não se deixa levar pela ansiedade e tenta se lembrar apenas da promessa que fez para a mãe quando começou a praticar o esporte que virou sua grande paixão.
 
"Desde pequena, sempre conversava com minha mãe, que um dia o karatê ia entrar nas Olimpíadas e que eu ia participar. Quando a modalidade foi incluída, depois de 2016, eu pulei de alegria. Foi o que despertou ainda mais desejo de tornar esse sonho possível", diz a atleta de 19 anos, que desponta com grandes chances de representar o Ceará nos Jogos Olímpicos Tóquio-2020, quando o karatê fará sua estreia no programa olímpico.
 
Para além do entusiasmo da cearense, os resultados recentes mostram que Taís tem tudo para chegar forte na luta por uma das duas vagas do continente na categoria kumitê feminino (-61 quilos).
 
De 2016 pra cá, ela foi terceiro lugar no Sul-americano e campeã brasileira Sub-21, vice-campeã brasileira por equipes, campeã do ranking Sub-21, além do feito recente mais expressivo: o título no Pré-Olímpico Nacional de Karatê, disputado em dezembro do ano passado, em Vitória, Espírito Santo.
 
Sua última performance também foi convincente. Na última sexta-feira, 22, ela disputou o Pan-americano de Karatê, no Panamá, e chegou até as semifinais de sua categoria, alcançando a quinta posição. Dessa forma, Taís mantém vivo o sonho de participar da seletiva olímpica, em 2020, que classificará os atletas que formarão a delegação brasileira nos Jogos.
 
"Com esse resultado do Pan, que foi positivo, ela somou pontos importantes para poder ficar entre as 100 primeiras colocadas no ranking e ter condições de disputar as etapas da Liga Mundial de Karatê, a exemplo do que outras atletas da categoria vêm fazendo. Se ela conseguir um patrocinador máster, que pudesse investir, teríamos a possibilidade de rodar os eventos da Liga. A grande é questão somar pontos", destaca Glauber Oliveira, técnico do Taís, frisando que a atleta não recebe qualquer tipo de ajuda fixa, como bolsa ou patrocínio para disputar competições. "O que temos hoje são alguns parceiros, pessoas que colaboram, pequenos empresários que dão uma passagem, repassam ajuda de custo para uma viagem", pontua.
 
Treinando em uma estrutura modesta, em uma quadra semi-coberta, localizada na periferia de Caucaia, que serve como local de treinos da equipe Caucaia Dojô de Karatê, Taís segue uma rotina árdua de preparação, de domingo a domingo. "Eu vivo a filosofia do karatê. O esporte me trouxe a disciplina, de acordar cedo, treinar, me alimentar bem, manter o foco. É isso que estou levando na minha jornada por esse sonho. A gente sabe que o circuito mundial é muito difícil, mas sabe também da nossa dedicação e que a gente pode conseguir tudo que a gente quiser, desde que corra atrás. É só acreditar e eu acredito", reforça Taís.
 
Ela sonha ainda em ter condições financeiras para cursar uma faculdade e ter o seu próprio projeto social para ensinar karatê para os mais jovens.
 
"Apesar de todas as dificuldades que enfrenta, de vir de uma família muito humilde, ela se dedica bastante. Taís é uma menina que não tem medo de cara feia. Ela enfrenta qualquer uma, independente do tamanho. Tudo isso faz com que a gente aposte todas as fichas no potencial que ela tem de disputar uma olimpíada", crava Glauber, que acompanha Taís há 10 anos, quando ela dava os primeiros passos no esporte.
 
Taís começou no esporte em um projeto social perto de casa, que oferecia aulas de karatê e de balé. Mesmo com a mãe preferindo que ela fizesse balé, Taís se decidiu pela arte marcial. "Quando eu vi umas meninas pulando e chutando, achei divertido e escolhi o karatê. Com nove anos, já disputei minha primeira competição. Peguei de cara uma menina muito experiente. Eu era faixa-amarela e ela faixa-marrom. Mas eu ganhei dela e isso abrilhantou os meus olhos. 'Nossa, que esporte legal'. Foi paixão à primeira vista eu diria", conclui Taís.
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