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Torcedor leva tiro de bala de borracha na Arena Castelão após reclamar de spray de pimenta jogado por guarda municipal

Um torcedor ferido com estilhaços de bala de borracha durante o jogo do Clássico-Rei na Arena Castelão, em Fortaleza, no último domingo (10), denunciou um guarda municipal pela agressão e afirma que o agente foi “irresponsável”, já que não havia briga ou confusão no local no momento em que foi atingido. Segundo o torcedor, ele estava com a família no setor premium e foi alvo do tiro ao reclamar da fumaça de um spray de pimenta jogado por um dos guardas municipais em outro torcedor.
 
“Foi logo após o gol do Fortaleza. Eu tava assistindo ao jogo, quando eu vi um guarda municipal que estava embaixo, na entrada do campo, jogando spray de pimenta num torcedor do Fortaleza. Veio na nossa direção, a gente ficou com falta de ar, crianças tossindo, aí me levantei pra dizer que ele não fizesse aquilo, que ali só tinha família. O outro, quando viu, do nada me deu um tiro”, relata Silvio Costa, o torcedor agredido, que é servidor público.
 
Em nota, a Guarda Municipal informou que “as medidas necessárias estão sendo tomadas para o esclarecimento da ocorrência", e que "não recebeu informações sobre crianças atingidas”.
 
Conforme o torcedor, os ferimentos foram causados por fragmentos da bala após um único disparo. "É uma munição que tem vários fragmentos que são bolinhas de plástico. Ao disparo da arma, ela faz várias pequenas esferas de plástico", diz.
 
Ele recebeu os primeiros socorros do Corpo de Bombeiros no local, registrou boletim de ocorrência na delegacia plantonista do estádio, e depois foi ao Instituto Médico Legal (IML) fazer exame de corpo de delito.
 
O caso também foi registrado no 16º Distrito Policial e na corregedoria da Secretaria Municipal da Segurança Cidadã (Sesec). O servidor afirma, ainda, que vai entrar com uma ação civil contra o agente da Guarda.
 
'Irresponsável e sem necessidade'
 
“De uma forma irresponsável ele faz um negócio desse, sem ter necessidade nenhuma. Não tinha briga, confusão, não tinha nada. E ele foi tão covarde, porque ele tava embaixo e eu tava na parte de cima, se fosse uma coisa que a gente tivesse no mesmo nível e ele pudesse dizer que eu ia partir pra cima...mas não", lamenta Costa.
 
Frequentador assíduo do estádio há cerca de três anos, ele costuma ir com a família, por isso, escolhe o setor premium para evitar possíveis confusões, segundo ele.
 
"[Vou a] todos os jogos, por um milagre, graças a Deus, nesse jogo não estava com minha esposa e meus filhos. Nesse dia eu não levei, graças a Deus”, comenta.
 
Além das dores no corpo, o torcedor também diz que há uma "sequela moral" pelo episódio. "Atirou num pai de família", diz.
 
Via: G1
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