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Campanha de vacinação contra sarampo começa no dia 6 de agosto

A próxima campanha nacional de vacinação contra o sarampo ocorre de 6 a 30 de agosto, tendo como foco crianças de 1 a 4 anos — público mais suscetível à doença. Amazonas e Roraima passam por um surto da doença, causado, sobretudo, por fazerem fronteira com a Venezuela, país em que a propagação da doença se acentuou desde julho de 2017.

O Ceará, portanto, se prepara para que a emergência epidemiológica não se estabeleça por aqui. Um seminário de conscientização para medidas contra o sarampo foi ministrado ontem para profissionais de saúde, na Escola de Saúde Pública do Ceará. Organizado pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), o evento serviu para que o público fosse atualizado quanto ao cenário de transmissão do vírus no mundo.

O “Dia D” da campanha será em 18 de agosto.

A vacinação, no entanto, já está disponível em atendimento de rotina. Quem já foi vacinado na primeira infância não precisa receber a imunização novamente, orienta o Ministério da Saúde (MS).

No entanto, não havendo a comprovação de que a vacina foi aplicada, uma nova dose pode ser ministrada sem problema. Crianças de 5 anos a 9 anos que nunca foram vacinadas devem receber duas doses da tríplice viral — que também previne caxumba e rubéola. Pessoas entre 10 e 29 anos devem receber duas doses.

Já pessoas entre 30 e 49 anos, devem receber uma dose.

A meta de vacinação estipulada pelo Ministério da Saúde é de 95%. Em 2017, dados preliminares da pasta apontam que cobertura foi de 85,21% em todo o País para a primeira dose (tríplice viral) e de 69,95% na segunda dose (tetra viral).

Para o combate direto à propagação da doença, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) trabalha em três etapas, contou, durante o seminário, Vanessa Soldatelli, coordenadora de imunização da pasta.

Conforme ela, há o chamado bloqueio, em que são imunizadas todas as pessoas que entraram em contato com a possível doente em um intervalo de 72 horas. Também ocorrem a “varredura” e o “monitoramento”. Ou seja, a imunização intensificada, casa a casa, nos oito quarteirões ao redor da residência do possível portador do vírus em até uma semana e a verificação complementar do surgimento da doença nessas casas.

Fortaleza teve um surto de sarampo de 2014 a 2015. Na ocasião, foram registrados 395 casos da doença na Cidade, mesmo com a cobertura vacinal chegando a 107%.

Isso ocorreu, conta Vanessa, devido à imunização redundante, uma vez que não havia controle automatizado de quem estava sendo vacinado. Não existe esse risco agora porque cada vacina aplicada será computada em um banco de dados.

 

SARAMPO

PRINCIPAIS SINTOMAS

> Conjuntivite; coriza; dor de cabeça; febre acima de 38,5°C; manchas brancas na mucosa bucal (sinal de koplik) antes até dois dias do aparecimento de manchas vermelhas.

> Manchas vermelhas no rosto ou atrás da orelha e que se espalham, em seguida, pelo corpo. Costumam aparecer do segundo ao quarto dia da doença.

> TOSSE.

O QUE FAZER

Havendo a ocorrência de, pelo menos, três sintomas, uma unidade de saúde deve ser imediatamente procurada. Também evitar contato com outras pessoas. Fala, tosse e espirro, secreções em geral, devem ser isoladas. O sarampo é contagioso já seis dias antes do aparecimento de qualquer sintoma.

PREVENÇÃO

Não existe tratamento direto contra o sarampo. A única forma de combater a doença é a prevenção via vacina. “É recomendável a administração da vitamina A em crianças acometidas pela doença, a fim de reduzir a ocorrência de casos graves e fatais. O tratamento profilático com antibiótico é contraindicado. Para os casos sem complicação, manter a hidratação, o suporte nutricional e diminuir a hipertermia”, recomenda o Ministério da Saúde.

CUIDADOS

A vacina é 100% segura. Pequenos efeitos colaterais podem ser sentidos nos dias seguintes à aplicação da vacina, como febre e erupção cutânea de curta duração. No entanto, não oferecem maiores riscos, desaparecendo normalmente nos dias seguintes.

A vacina é contraindicada apenas para grávidas, bebês de até seis meses e pessoas que estejam com a imunidade comprometida por doenças como Aids e câncer.

FONTE: Ministério da Saúde

Fonte: O Povo
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